Diga oi.
Uma pessoa de verdade lê todas as mensagens. Dúvidas, comentários, uma ideia de missão ou algo que quebrou: adoraríamos saber.
Sua vida não acelerou. Ela parou de deixar marcas. O Yearbloom entrega uma coisa pequena e memorável para você viver, e depois guarda, até que suas semanas comuns virem um ano que você consegue sentir de verdade.
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Os dias modernos foram feitos para a eficiência, e o cérebro obedece: quase tudo o que fazemos roda no piloto automático. Dias que se repetem quase não deixam rastro, então a memória arquiva tudo como um só. Olhando para trás, um mês inteiro pode parecer um fim de semana.
A solução não é fazer mais. É fazer algo novo, de propósito, e guardar.
das ações diárias são conduzidas pelo hábito, quase sempre disparadas pelo ambiente e não por escolha. O piloto automático é o estado padrão de um dia adulto.
e não dias, são a unidade que a memória usa para medir o tempo. Um ano rico em primeiras vezes parece longo; um ano de repetições evapora.
Sem feed. Sem sequência para proteger. Sem página em branco para preencher. Só um ciclo gentil que deixa marcas no seu ano.



As missões se espalham por seis áreas da vida, para o crescimento não puxar tudo numa direção só. Você diz ao Yearbloom onde se sente em baixa; ele pende para lá com delicadeza.
Os oi pequenos e corajosos, as amizades que você sempre pensa em cuidar.
Mover, descansar, habitar o corpo em vez de só carregar ele.
Curiosidade por si mesma, as coisas que você sempre pensa em aprender.
A rua nova, o prato desconhecido, o pequeno salto para fora do de sempre.
Fazer algo com as mãos, por menor ou mais imperfeito que seja.
Gentileza, gratidão, os momentos que em silêncio mais importam.
A percepção do tempo não é um relógio na sua cabeça, ela é reconstruída a partir da memória. A repetição some em silêncio; a novidade deixa um rastro mais denso e mais rico. Por isso meses cheios de momentos novos e sentidos duram mais em retrospecto, o “paradoxo das férias”. O Yearbloom usa essa única alavanca, de propósito.
Um estímulo novo e levemente desconfortável, calibrado para você e com menos de um minuto. O bastante para deixar marca, nunca o bastante para virar tarefa.
Registrar custa segundos, não minutos. Aprove um momento, não escreva uma redação. A página em branco é o que mata todo hábito de diário.
Sem sequências que zeram, sem cobrança, sem feed. A recompensa é a lembrança e a retrospectiva, nunca uma pontuação a proteger.
Não mais dias. Dias mais cheios. Tudo o que você vive se junta num arquivo acolhedor que é seu para sempre, colorido pelas partes da vida de onde veio.
Aventura
Social
CorpoFiz trinta anos e percebi que não lembrava quase nada dos meus vinte. Não porque nada acontecesse, mas porque tantas semanas eram parecidas que minha memória arquivou todas em silêncio como uma só. Isso me assustou. O Yearbloom é o que eu queria ter tido: um empurrãozinho gentil para ir viver uma coisa nova, e um lugar acolhedor para guardar. Sem sequências para te culpar, sem feed para perder uma noite. Só prova, semana após semana, de que você esteve aqui e estava vivendo.
“Fiz mais coisas genuinamente novas em um mês do que no ano inteiro anterior. Meus fins de semana voltaram a parecer longos.”
“As missões parecem escritas por um amigo que quer que você tenha uma vida boa, não por um time de crescimento atrás do meu tempo de tela.”
“A retrospectiva mensal me fez chorar um pouco. Eu tinha esquecido o quanto realmente vivi até ver aquilo de volta.”
“Sem culpa por sequência, sem feed para rolar. Uma coisinha por semana. É o único app que me fez largar o celular.”
“Me incentivou a finalmente falar com minha vizinha. Agora tomamos café toda semana. Uma missão minúscula, uma amizade real.”
“Já testei todos os apps de hábito. Este é o primeiro que fez minha vida parecer maior em vez de mais otimizada.”
Todo o resto, antes da sua primeira missão.
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